Once Human revela uma ameaça que transforma as profundezas numa pesadelo vivente
20/03/2026 - 11:55
O horror em Once Human continua a expandir-se com novas revelações que reforçam a sua atmosfera inquietante. Sob o arquivo The Devourer Files Surviving Diver, o jogo apresenta uma das suas entidades mais perturbadoras até à data: The Devourer, uma anomalia que redefine o conceito de ambiente… e de ameaça.
O relatório oficial deixa claro que não estamos perante um inimigo convencional. Durante uma expedição em ruínas subterrâneas do “Velho Mundo”, uma equipa de investigação detetou um fenómeno impossível: uma estrutura aparentemente inerte que ganha vida e atua como um organismo, abrindo uma enorme mandíbula para devorar um drone de sonar antes de desaparecer sem deixar rasto.
Este tipo de design quebra as expectativas habituais do jogador. Em vez de criaturas claramente identificáveis, Once Human aposta em integrar o perigo diretamente no ambiente. Aqui não sabes se o que tens à frente é um edifício… ou algo que está à espera do momento certo para atacar.
O detalhe mais inquietante é que não houve contacto direto com humanos. Não porque não fosse possível, mas porque a entidade decidiu não interagir. Este matiz acrescenta uma camada de tensão psicológica: não se trata apenas de sobreviver, mas de enfrentar algo que escolhe quando e como atacar.
A nível narrativo, estes arquivos reforçam o enfoque do jogo, onde o mundo está cheio de anomalias que desafiam a lógica. Cada relatório não só expande o lore, como constrói uma sensação constante de incerteza, onde o desconhecido é sempre a maior ameaça.
Além disso, este tipo de conteúdo sugere possíveis implicações no gameplay. Zonas que parecem seguras podem transformar-se em armadilhas, obrigando os jogadores a repensar como exploram, como avançam e, acima de tudo, em quem confiam.
Com The Devourer, Once Human dá mais um passo na sua aposta pelo terror ambiental, afastando-se do previsível e aproximando-se de uma experiência onde o perigo pode estar literalmente em qualquer lugar.
Agora a pergunta é inevitável: quando o próprio mundo tentar devorar-te… saberás reconhecer a ameaça a tempo ou será demasiado tarde?
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